MP e Defensoria pedem abertura de leitos em unidades de saúde do estado e do município do Rio

Atualmente, 384 pacientes aguardam em uma fila por uma vaga na rede pública. De acordo com as secretarias de saúde do estado e município do Rio, há leitos disponíveis. O Ministério Público e a Defensoria Pública entraram na Justiça para abrir 110 leitos vazios em unidades de saúde do Rio de Janeiro que são de responsabilidade dos poderes estadual e municipal. Atualmente, 384 pacientes aguardam em uma fila por uma vaga na rede pública. Entre os problemas que impediriam a abertura dos leitos estariam, por exemplo, goteiras sobre as camas. “Esperamos que seja dada uma resposta à população que não seja aguardar em filas a morte. Se não temos hospitais de campanha, temos que ter uma alternativa para que estas pessoas recebam um tratamento digno, de forma adequada e o mais rápido possível”, afirmou a promotora do caso. Das pessoas que aguardam por um leito, 275 pacientes esperam por vaga em UTI e 109 aguardam por espaço em enfermaria. Alguns desses pacientes aguardam em Unidades de Pronto Atendimento (UPA). De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, há leitos disponíveis, alguns deles em hospitais de campanha. A Secretaria Estadual de Saúde afirmou que a ocupação dos leitos em hospitais de campanha e em outras unidades de referência da Covid-19 é feita de forma gradativa para garantir a segurança dos profissionais em pacientes. A Prefeitura do Rio afirmou que não há problemas na regulação dos leitos e que as vagaas entram no sistema como livres após alta ou óbito de um paciente e que daí é feita uma higienização antes que este leito seja cedido. Segundo o MP e a Defensoria, esse desencontro seria causado por um problema de eficiência e, por isso, estão movendo a ação que pede a liberação dos 110 leitos. De acordo com os dois órgãos, estes espaços deveriam ter sido ofertados em fevereiro, no começo das ações de combate à Covid-19. “Há leitos disponíveis e eles precisam atender as pessoas que estão na fila, algumas delas em situação grave. Não existe outra solução jurídica para isso. Se você tem leitos livres, que não estão sendo ocupados por pacientes ortopédicos e de outras naturezas e que podem ser convertidos para leitos do combate à pandemia, porque não fazer? Pelo menos uma parte disso”, destacou outro promotor. Initial plugin text

MP e Defensoria pedem abertura de leitos em unidades de saúde do estado e do município do Rio
Atualmente, 384 pacientes aguardam em uma fila por uma vaga na rede pública. De acordo com as secretarias de saúde do estado e município do Rio, há leitos disponíveis. O Ministério Público e a Defensoria Pública entraram na Justiça para abrir 110 leitos vazios em unidades de saúde do Rio de Janeiro que são de responsabilidade dos poderes estadual e municipal. Atualmente, 384 pacientes aguardam em uma fila por uma vaga na rede pública. Entre os problemas que impediriam a abertura dos leitos estariam, por exemplo, goteiras sobre as camas. “Esperamos que seja dada uma resposta à população que não seja aguardar em filas a morte. Se não temos hospitais de campanha, temos que ter uma alternativa para que estas pessoas recebam um tratamento digno, de forma adequada e o mais rápido possível”, afirmou a promotora do caso. Das pessoas que aguardam por um leito, 275 pacientes esperam por vaga em UTI e 109 aguardam por espaço em enfermaria. Alguns desses pacientes aguardam em Unidades de Pronto Atendimento (UPA). De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, há leitos disponíveis, alguns deles em hospitais de campanha. A Secretaria Estadual de Saúde afirmou que a ocupação dos leitos em hospitais de campanha e em outras unidades de referência da Covid-19 é feita de forma gradativa para garantir a segurança dos profissionais em pacientes. A Prefeitura do Rio afirmou que não há problemas na regulação dos leitos e que as vagaas entram no sistema como livres após alta ou óbito de um paciente e que daí é feita uma higienização antes que este leito seja cedido. Segundo o MP e a Defensoria, esse desencontro seria causado por um problema de eficiência e, por isso, estão movendo a ação que pede a liberação dos 110 leitos. De acordo com os dois órgãos, estes espaços deveriam ter sido ofertados em fevereiro, no começo das ações de combate à Covid-19. “Há leitos disponíveis e eles precisam atender as pessoas que estão na fila, algumas delas em situação grave. Não existe outra solução jurídica para isso. Se você tem leitos livres, que não estão sendo ocupados por pacientes ortopédicos e de outras naturezas e que podem ser convertidos para leitos do combate à pandemia, porque não fazer? Pelo menos uma parte disso”, destacou outro promotor. Initial plugin text